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Kitoko foi adotado. Sua nova mãe está grávida e ele se pergunta se continuará a ser amado depois que sua irmãzinha nascer. Enquanto espera pela mãe, Kitoko adormece e sonha com a África, continente onde nasceu. Em sonhos, reencontra a irmã biológica, e relembra tudo o que aconteceu com sua primeira família... Agora,
o futuro o espera com desafios e esperança: terá uma nova irmã a quem irá amar e com que irá construir uma nova história.
A trajetória de vida de Kitoko é representada por uma abrangente série de ilustrações inspiradas em obras de consagrados pintores de diferentes escolas, estilos e nacionalidades, como Monet, Picasso, Gauguin, Escher, Miró, Renoir, Matisse, Dalí, entre outros. Um passeio pelo mundo da arte pelo olhar de uma criança à procura de sua identidade.

Veja que belo tambor o Benedito encontrou!
Neste belo livro de imagens, você vai conhecer Benedito, uma criança que se descobre na batida do tambor do Congado, uma manifestação de fé, canto e dança celebrada por seus familiares e amigos.
O tambor do Benedito não é apenas um  brinquedo, é um instrumento que guarda e revive as memórias ancestrais do negro brasileiro! Você sabe o que significa ancestral? É tudo que se refere ao passado... 

O garoto Vítor Iori descobre que a vinda dos africanos para o Brasil foi bem diferente da dos imigrantes europeus. Ele aprende com seu avô Zinho a história de seus antepassados, como era a vida no período da escravidão, a origem de seu próprio nome e descobre a importância de preservar as raízes de seu povo. Com a ajuda de sua tia e de seu avô, Vítor apresentará na escola um trabalho que será uma verdadeira aula sobre a riqueza da cultura africana. 

O livro mostra fábulas tipicamente africanas para leitores de todo mundo. Nas histórias, o autor mostra um pouco do folclore africano, além de passar valores do "tempo em que os animais ainda falavam" para as crianças.

O 6 de setembro pode ser um dia comum para muitos, mas para os negros do Piauí é muito marcante: o Dia da Consciência Negra, instituído em 1998. Nesta data, no ano de 1770, a escrava negra piauiense Esperança Garcia escreveu, senão a primeira, uma das mais antigas cartas de denúncia de maus-tratos contra escravos no Brasil.
Alfabetizada por jesuítas, Esperança Garcia entregou a carta ao governador da Província do Piauí. Nela relatava a violência sofrida por parte do feitor da fazenda para onde foi levada para trabalhar como cozinheira. Pedia ainda, na mesma carta, que ela fosse devolvida à sua fazenda de origem (Algodões) e que sua filha fosse batizada.
A prosa de Sonia Rosa e as belas ilustrações de Luciana Justiniani Hees contam essa história de resistência e  liberdade. Lendo-a os nossos jovens irão aprender que, por pior que seja a situação, ela é pequena frente a força da palavra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o autor, para se construir retratos de uma cultura, nada melhor do que mergulhar em suas crenças e tradições. Assim é com Zanzibar, uma ilha da Tanzânia, que possui histórias mal assombradas, traduzindo as diversas influências culturais do continente, dialogando com o imaginário árabe e indiano. O percurso é resgatado nas aventuras do jovem Suleiman.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Kumbu, o menino da floresta sagrada, e Buanga, a noiva da chuva, têm como cenário o fabuloso universo da literatura oral africana. São vários contos inspirados em fatos reais, entremeados com lendas e mitos, contados durante as noites ao redor das fogueiras na África.

É um conto pleno de poesia e imagens. São pequenas histórias de sabedoria narradas no fluxo de um dia e uma noite vividos por Manu.

A gente de Minas Gerais, assim como Manu, menino oriundo de algum lugar entre o Mali, o Níger e o Burkina Faso, precisa inventar o mar. As características geográficas desses lugares levam seus moradores a produzir metáforas sem água para representar o infinito. É o que faz Manu, personagem que aprendeu a sonhar com a mãe.

Não chove há muitos meses. A casa, o quintal e as ruas estão secos e empoeirados. A menina decide então esperar a chuva. Da porta de casa, acompanha o movimento da rua: o caminhão traz a lenha, o barril leva a água para os moradores, o costureiro conserta as roupas das famílias. É hora de ajudar a mãe em casa, tomar banho e jantar. De repente, o céu começa a escurecer e o forte vento anuncia que a chuva finalmente se aproxima.
O livro explora uma temática universal – a necessidade de o homem adaptar-se às adversidades da natureza. Novas perspectivas e proporções são exploradas nas ilustrações e na disposição do texto, estimulando diferentes formas de olhar e relacionar imagem e texto no espaço da página. O texto curto, em primeira pessoa, provoca a identificação com os pequenos leitores que estão começando a ler os fenômenos da natureza por meio da observação e da convivência com sua comunidade.

Lulu e seu pai gostam de ir juntos à biblioteca aos sábados. Os livros que ambos escolhem pegar emprestado serão as histórias contadas antes de dormir durante toda a semana e a cada dia Lulu, uma menina cheia de imaginação, se transformará nos principais personagens dessas aventuras. Quem sabe o que Lulu será depois da próxima história?
Na sequência do livro Lulu adora a biblioteca, temos de volta a nossa pequena heroína desta vez imaginando ser uma fada princesa num dia, uma grande aventureira em outro e quem sabe, viajar com seus amigos para lugares exóticos do planeta. Um livro que celebra a verdadeira diversão que há na leitura e sobre como as crianças podem aprender brincando.
Lulu adora histórias mostra a relação de uma família de que dedica parte de seu tempo para compartilhar. E de uma criança que descobre que os livros e histórias podem ser a melhor coisa do mundo.

A menina que bordava bilhetes tinha nome de flor. Os desenhos que bordava estampavam as cores, os cheiros, os sons, e a poesia que sã a imaginação pode criar. Para alegria geral, este vilarejo de fantasia recebia ainda um parque de diversões. A música, o colorido e a euforia inspiram multidão de homens, mulheres e crianças.

Lindara, conheça a história da linda menina negra de tranças, com seus sonhos, brincadeiras e muita falação. Sonia Rosa, assim como a menina Lindara, sempre gostou de falar pelos cotovelos... Um dia, sem mais nem porque, ela resolveu colocar as idéias arrumadas num papel, em forma de histórias..

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parece mesmo uma história encantada... E ao mesmo tempo é tão real! Com poesia e simplicidade o narrador, ou melhor, a manta do Vítor nos pega pelas mãos, nos embala, e nos leva para um passeio pelas suas, e também, pelas nossas memórias... Que envolvem e emocionam. Seja qual for a idade do leitor! Sabemos que nascer é um direito. Ser envolvido por uma manta confeccionada pelas mãos de uma avó apaixonada é mesmo uma grande sorte! Em “A manta”, de Sonia Rosa, lançado pela Memória Visual, uma manta meio mágica traz nas suas linhas e entrelinhas, uma abordagem simples de questões fundamentais do ser humano. Ser esperado, ser amado, ser aceito e ser acolhido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Griot é o contador de histórias africano que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo dessa coleção é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. E é justamente à imaginação que esses livros falam a partir de uma composição sensível, de textos curtos e poéticos, associados a belas ilustrações. Modo lúdico de reforçar a autoestima da criança a partir da valorização de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor.

Griot é o contador de histórias africano que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo dessa coleção é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. E é justamente à imaginação que esses livros falam a partir de uma composição de textos curtos e poéticos, associados a ilustrações. Modo lúdico de reforçar a autoestima da criança a partir da valorização de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor.

Há muito tempo, quando não existiam histórias para contar - pois o deus do céu guardava todas elas em um baú de madeira - a primeira aranha, Kwaku Anansi, percorria o mundo em sua teia sólida. Como vários outros, ela morria de vontade de conhecer essas histórias para desvendar a origem e o fim das coisas. Um dia Anansi resolve pedir permissão ao deus do céu, Nyame, para ter acesso a elas. Nyame desafia a aranha a trazer quatro criaturas inatingíveis - Onini, o píton que engole um homem de uma só vez - Osebo, o leopardo que tem dentes como sabres - Mmoboro, o enxame de zangões que pululam e picam - e Mmoatia, a fada que nunca se vê. Antes de ir atrás de cada um dos seres assustadores, Anansi pede ajuda à sua mulher, Aso, que sempre lhe diz exatamente o que fazer para capturá-los. Seguindo os conselhos de Aso, a aranha consegue vencer o desafio de Nyame, que, surpreendido, determina que, a partir daquele dia e até o final dos tempos, as histórias do deus do céu pertenceriam à aranha. Espécie de conto dos contos, Anansi mostra como é importante refletir, demonstrar astúcia e saber ouvir os outros, levando em conta, antes de tudo, a opinião das mulheres, sua sabedoria e seu espírito prático.

Na cultura africana, cada ser humano está sob a proteção de um dos dezesseis príncipes, o seu padrinho do destino, cuja missão era colecionar histórias. No Brasil, os pais e mães-de-santo do candomblé são os sucessores dos príncipes africanos. É a partir desta premissa que o sociólogo Reginaldo Prandi reuniu os contos do livro, ilustrados por Paulo Monteiro.

Um conto africano recontado e ilustrado por Gail E. Haley. 'O baú de histórias' mostra como é importante recuperar a memória de um povo, de uma nação, como parte do acervo cultural. Vencedor do prêmio The Caldecott Medal, mostra como homens e animais, pequenos e frágeis podem superar e vencer grandes dificuldades. Tudo isso com o colorido e as tradições do mundo africano.

O abará, em grandes porções, já estava num tacho bem grande. O acarajé, recém-saído da fervura, ocupava uma travessa que dava gosto! Uma jarra carregada de aluá reluzia do outro lado da mesa, e o grande tesouro de dona Florença seria colocado sobre o abadá, todo florido: era o  melhor angu de Angola. Você reparou nas palavras que este trecho revela? Abará, acarajé, aluá, abadá, angu... Isso porque estamos apenas na letra A! Ao abrir as páginas de Abecedário afro de poesia, você vai encontrar muitas outras que descendem da cultura africana, de B a Z. Talvez algumas soem estranhas aos seus ouvidos. Por isso é que no final do livro há um glossário com a relação dos termos afros citados durante o texto e seus respectivos significados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem inúmeras versões a respeito de como o mundo foi criado, mas nenhuma tão espirituosa, afetuosa e fora do comum como esta de Julius Lester. Nesta bem bolada história, Deus tem muitos ajudantes, incluindo sua esposa, Irene Deus, seu secretário, Bruno, e seu amado anjo, Flora (carinhosamente intitulada "o anjo encarregado de tudo"). Juntos, eles criam arbustos e grama, música e borboletas. Um mundo tão lindo e chocante que os leitores de todas as idades vão se sentir privilegiados por morar ali. Um inigualável contador de histórias, filho de um pastor batista , convertido ao judaísmo e professor de estudos Judaicos, Julius Lester é especialmente qualificado para reinventar a história da Criação e o faz com humor respeitoso. As vibrantes ilustrações a óleo de Joe Cepeda, alegres e vibrantes, tocarão seu coração e o farão dar risadas.

Um lugar de contrastes. De um lado, exuberância, magia, sons e sabores inebriantes. 
De outro, miséria, violência, epidemias, guerras, tirania. A África sempre serviu de inspiração para filmes e livros que ficaram na memória de várias gerações. Mas ainda há muito o que dizer – e o que aprender – sobre esse continente.
Em A África explicada aos meus filhos, o historiador Alberto da Costa e Silva nos mostra não somente por que a África é fascinante, mas também por que nossa trajetória está intimamente ligada ao seu povo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta é a história de uma antiga cantiga africana, uma africantiga, do povo que vive à beira do Rio Cassai, no coração da África.

 Zambeze é um rio do Zimbábue, um país africano cujo nome significa 'morada das pedras'. Lá vive Chaka, um menino do povo Xona que gosta de tocar mbira, um instrumento que soa como as águas do rio e que agrada os vadzimu, espíritos protetores de seu povo. Este livro apresenta aos leitores a história da mbira e poderá ouvir seu som no CD que acompanha o livro.

O livro tem personagens com nomes africanos; animais e plantas nativos da África (e lugares também), mas os temas abordados são universais. Alguns contos procuram explicar a origem de certas coisas (tipo de conto presente em todas as culturas), outros falam de recompensas e castigos, ou do valor da esperteza para enfrentar dificuldades. Com eles, também aprendemos que pequenos favores a animais mágicos podem trazer grandes benefícios, e que o caçula enganado pelos irmãos pode “dar a volta por cima”, entre muitas outras lições.

O livro Palmas e Vaias, a premiada autora Sonia Rosa apresenta à menina Florípedes. Em uma delicada narrativa, ela leva os leitores a acompanharem as mudanças que começam a acontecer na vida da adolescente Flor, personagem principal. Flor se depara com uma situação que expõe muitas de suas inseguranças e exige que ela opte com firmeza entre palmas e vaias.

A vitória na vida reside também na força da luta do dia-a-dia. O olhar de duas crianças criadas numa comunidade que, através da arte da dança e da poesia, mostram a possibilidade de um futuro melhor. “O Menino, a Goiabeira e a Porta-bandeira” apresenta o cotidiano dos moradores de Renascer, que sobem e descem as escadarias com seus sonhos e esperanças. Inspirem-se na musicalidade de João e no bailado de Suelen! A goiabeira firme e forte registra e testemunha o tempo e as sucessivas gerações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 'A vassoura do ar encantado', Zetho Cunha Gonçalves busca levar os leitores para o mundo das lendas africanas, com a mitologia dos ancestrais. Em meio a magia e ao mundo fantástico, o autor mostra o aprendizado de valores familiares, sociais e ecológicos. As histórias passadas nas aldeias antigas são metáforas que pretendem alertar para como é fácil esquecer na sociedade contemporânea os mais profundos sentimentos.

Jamela vai fazer 7 anos. Muito animadas, Mama e Gogo decidem fazer uma festa de aniversário. Antes, vão às compras e, na loja de sapatos, a mãe escolhe um par que também sirva para ir à escola e não o modelo Princesa de que a menina tanto gostou. Jamela, então, tem uma grande ideia...

Mostrando os sentimentos de um menino negro em relação a seus colegas e a sua família, o livro traz à tona a questão do preconceito. A boneca de pano, no papel de narradora, imprime à questão um tom ao mesmo tempo bem-humorado e filosófico, de quem sente na pele o problema, mas o analisa sob outro ponto de vista. Na trilha do preconceito racial, diversas atitudes preconceituosas, algumas quase imperceptíveis porque rotineiras, vão revelando outras vítimas - os muito magros, os gordos, os incapacitados fisicamente. Nesse sentido, o livro é um alerta à consciência do leitor. E uma lição sobre o valor da auto-estima e das atitudes positivas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da roda da vida, onde tudo se inicia ao terminar! É dessa magia, da imaginação criadora, do encantamento da música e dos movimentos espalhados pelo mundo, que este livro fala às crianças de todo mundo, mas não só! Fala da vida daquela gente que, mesmo já tendo saído da infância, guarda a sabedoria de se manter criança.

Nas duas histórias que compõem Contos ao redor da fogueira, o autor Rogério Andrade Barbosa se inspirou em fatos acontecidos e transmitidos de geração em geração, tecendo um texto envolvente em que os limites entre o real e a fantasia são tênues. Escritor aclamado e com uma vasta experiência na África, onde foi professor, Rogério resgata as lendas originais daquele continente e oferece desfechos surpreendentes, mantendo-se fiel à sua proposta de mostrar o poder da inteligência e dos sentimentos de seus personagens diante de superstições há muito arraigadas na sociedade em que vivem. E as belas ilustrações do bastante premiado Rui de Oliveira contribuem para a criação de uma atmosfera mágica e convidativa, capaz de conquistar leitores de qualquer idade

O que é essencial na vida? O que a torna plena? Inspirado na alegoria 'Sapatá se esquece de trazer a água para a Terra', originária da cultura africana, 'A dona do fogo e da água' é um conto que relata a briga de dois irmãos, filhos do Rei do Universo. Uma briga que provocou caos e terror na Terra. A obra visa provocar reflexões sobre responsabilidade, ética e sobre o que é essencial e supérfluo na vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste livro, a escritora Helena Theodoro conta para seus dois netos, Neinho e Lalá, histórias do carnaval. 'Os Ibejis e o carnaval' é ilustrado por Luciana Justiniani Hees, possui ainda um glossário no qual o pequeno leitor poderá saber mais sobre essa festa brasileira.

Zemene é um corajoso guerreiro que, voltando de uma de suas caçadas, encontra o jovem Batu preso numa caverna. Para salvá-lo, o guerreiro enfrentará um grande perigo e, junto com seu novo amigo, seguirá numa longa jornada de volta ao reino. Baseado em um conto popular da Etiópia, Batu, o filho do rei narra uma história de amizade, coragem e confiança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma terrível seca transformou a jovem Duula num ser animalesco, selvagem e canibal, que persegue suas vítimas sem trégua no árido território africano. Extraído da tradição oral africana, esse conto guarda curiosas semelhanças com fábulas conhecidas de todos, como João e Maria e Chapeuzinho Vermelho, e revela um pouco da África.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Kume e Kindogoi são conhecidos, desde pequenos, como 'Os Gêmeos do Tambor'. Os dois meninos cresceram e se tornaram robustos. Verdadeiros guerreiros, sabiam de tudo sobre gado e fenômenos da natureza, mas desconheciam seu próprio passado. Seguindo o caminho contrário ao que corre o rio, o autor Rogério Andrade Barbosa convida o leitor a descobrir a história que deu origem a esse conto. Com riqueza de detalhes e cores, as ilustrações de Ciça Fittipaldi conduzem a história visual criada dentro dessa narrativa.

O Quilombo dos Palmares durou mais de cem anos e seu líder mais conhecido foi Zumbi, que atualmente faz parte da galeria oficial de heróis brasileiros. Como terá sido a infância de Zumbi? Incomodado por essa pergunta e usando livremente sua imaginação, Kayodê cria uma história com muita reflexão, ação e também humor. Este livro convida o leitor a fazer uma pequena viagem e traz subsídios para se conhecer um pouco mais a história afro-brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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