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"O Sonho de Makena é uma aventura com magia e realidade que nos faz refletir sobre o mundo em que vivemos”.

Há muito tempo o Brasil recebeu muitos homens e mulheres que foram capturados em diversos lugares da África e escravizados. A história de seus povos, os segredos da sua religião, os modos de fazer as coisas eram contados pelos mais velhos para os mais novos; falaram de seus deuses, de seu mistérios, de sua sabedoria.

Amadou Hampâté Bâ nasceu em 1900 em Bandiagara, região das savanas da África do oeste, no atual Mali. Fez cursos sob a administração colonial francesa, obteve diplomas e ocupou cargos, mas foi fortemente marcado pela identidade nascida de suas raízes ancestrais. Dedicou-se, desde cedo, à coleta de narrativas e acabou por se transformar em mestre da transmissão oral e especialista no estudo das sociedades negro-africanas das savanas. Entre seus vários trabalhos, destaca-se sua colaboração na redação da 'História Geral da África', publicada pela Unesco, em 1980. Neste livro, o autor busca realçar a diversidade africana em suas várias regiões e etnias sob uma mesma tradição comum.

Depois de conhecer e nos contar sobre a sua cidade natal, o Rio de Janeiro, Neguinho agora parte em sua nova aventura em busca do Brasil que ele só conhece de ouvir falar através dos livros da escola.
A família toda embarca nessa viagem e Neguinho descobre que o Brasil é grande, mas muito parecido com ele. Meio branco, meio negro, uma colcha de retalhos remendados que deram forma a uma nação rica e única. Para registrar tudo e contar depois para os amigos da Abolição, Neguinho escreve um diário sobre cada região.
A jornada começa por Minas Gerais (terra dos avós de Neguinho) e segue pela Bahia, Pernambuco, Paraíba, cruzando o rio Parnaíba em direção à misteriosa
Amazônia. Segue pelo Centro-Oeste, São Paulo, passa pela região Sul e, por fim, volta pra casa. Afinal, Neguinho é do Rio.
Um Brasil com seus principais pontos turísticos, monumentos e personagens compõe o diário de Neguinho, um menino alegre e curioso pelas coisas de seu país. Vamos embarcar com ele e sua família para descobrir o Brasil?

Depois de conhecer e nos contar sobre a sua cidade natal, o Rio de Janeiro, Neguinho agora parte em sua nova aventura em busca do Brasil que ele só conhece de ouvir falar através dos livros da escola.
A família toda embarca nessa viagem e Neguinho descobre que o Brasil é grande, mas muito parecido com ele. Meio branco, meio negro, uma colcha de retalhos remendados que deram forma a uma nação rica e única. Para registrar tudo e contar depois para os amigos da Abolição, Neguinho escreve um diário sobre cada região.
A jornada começa por Minas Gerais (terra dos avós de Neguinho) e segue pela Bahia, Pernambuco, Paraíba, cruzando o rio Parnaíba em direção à misteriosa
Amazônia. Segue pelo Centro-Oeste, São Paulo, passa pela região Sul e, por fim, volta pra casa. Afinal, Neguinho é do Rio.
Um Brasil com seus principais pontos turísticos, monumentos e personagens compõe o diário de Neguinho, um menino alegre e curioso pelas coisas de seu país. Vamos embarcar com ele e sua família para descobrir o Brasil?

'Morrendo de rir' começa nos anos 1960, quando uma epidemia de riso toma conta da pequena Arusha, uma cidade ao norte da Tanzânia, na África. O surto começa com três alunas de um colégio que caem na gargalhada e atinge toda a população, numa onda incontrolável de risadas. Numa narrativa que acontece em camadas, revelando novos personagens e possibilidades a cada página, Luciana Savaget sugere que, mais importante que o fim de uma história, é o caminho que se faz para chegar até ele.

Ana Carolina não conseguia parar de dançar e, por isso, decidiu para o balé entrar. Um dia, de tanto rodar, acabou caindo e ganhando um tremendo dum galo, mas não um galo qualquer. Era o galo Barnabé. De tão galanteador, Barnabé foi eleito o coreógrafo da turma. Entre ensaios e cortejos à Madame Rococó, o galo insiste em “fazer festa na testa” de Ana Carolina, o que leva a professora a não querer mais que a menina dance.

Neguinho aí é metido e muito desinibido. Para viver no mundo de hoje, é assim que as crianças devem ser. Esta história em versos traz um personagem que pode estar em qualquer centro urbano das cidades em desenvolvimento no mundo: uma criança que, independentemente de sua cor, precisa estar sempre atenta para sobreviver. Junte-se a este Neguinho aqui e viva com ele as suas aventuras.

Caminhando pelas dunas, atravessando o rio escuro e largo, e subindo a montanha muito, muito alta, Penda leva com amor uma tigela de leite para o pai nas pastagens. Mas ela conseguirá chegar sem derramar uma única gota? Delicado, colorido e vibrante, Não derrame o leite! recria, pelos olhos e passos da menina Penda, o cenário de uma África que está no imaginário de todos nós, mas que é também um retrato desenhado da própria experiência dos autores. Despertando valores como autonomia, senso de responsabilidade e a importância de se fazer algo com amor, este livro é uma bela introdução para os pequenos a uma cultura diferente.

É 31 de dezembro e Camila está ansiosa pela festa de Ano-Novo. Não só é o momento de renovar as esperanças, mas é dia de homenagear Iemanjá, a sereia protetora dos mares. Enquanto a ilha onde vive se prepara para os festejos, a menina sai em um pequeno barco a procura da rainha do mar.

O Fuxico de Janaína nos traz, à maneira dos tradicionais griôts africanos, narrativas míticas da religiosidade de origem afro-banto. Janaína representa aspectos do sincretismo, ou seja, transita por imaginários de diversas tradições culturais. A história deste livro é uma recriação baseada nos relatos orais do “povo de santo” da nação Angola, narrados por Tata Kajalacy, que também atende por Ataualpa de Figueiredo Neto. A leitura d’O Fuxico de Janaína nos permite a aproximação de um Brasil ainda pouco conhecido. Por isso, apesar de ser direcionado ao público infanto-juvenil, certamente despertará a curiosidade e a atenção de leitores interessados nos mitos afro-brasileiros.

Os ruídos da natureza podem surpreender a quem está acostumado a dormir nas grandes cidades. Esta narrativa simples ajuda a preparar a criança para essa novidade, estimulando a observação dos sons e brincadeiras com onomatopeias.
Sozinha em seu quarto, a pequena Iori não consegue dormir. Fica intrigada com os sons do campo, vindos do lado de fora da janela. cri, cri, cri,... que barulho é esse? tuc, tuc, tuc,... o que será esse som? Uouch... Piuuu... Envolvida pelos ruídos misteriosos da noite longe das cidades a menina passa o tempo acordada, até a chegada do Sol. Textos em letra bastão para estimular a alfabetização dos pequenos.

Baseado em fatos reais, o livro descreve a vida de Kojo, um pobre garoto que vivia com a mãe numa aldeia africana e que teve de largar a escola para ajudá-la em casa. Com a sobra das moedas de um empréstimo feito por sua mãe, Kojo compra uma galinha, podendo tanto vender ovos como comê-los. Após alguns anos, Kojo consegue voltar a estudar e chega à universidade. Com a ajuda de um novo empréstimo, decide montar uma granja. Passados alguns anos, a granja de Kojo se torna a maior de toda a África Ocidental.

Na tradição africana, o rei deve ter o dom da dança.
Todos admiram e respeitam a liderança de um rei que tenha capacidade de dançar agregando pessoas, transmitindo afeto, solidariedade, alegrias, dramatizando a vida, ensinando valores que promovem alianças e trazem a harmonia na comunidade.
A dança do rei sempre está em sintonia com as forças da natureza, representadas pelos orixás, e também com as dos ancestrais. Todas essas forças inspiram o rei, dandolhe a capacidade de comando para que a comunidade se fortaleça e se expanda. A liderança de Obá Nijô, através da dança, fez com que a população de africanos e seus descendentes em Itapuã, na Bahia, conquistassem a liberdade que foi retirada pela escravidão.
Em Itapuã, havia armações de pesca que utilizavam a exploração de africanos escravizados. Foi nesse cenário causado pela escravidão que Obá Nijô organizou uma grande rebelião que incentivou a realização de muitas outras na Bahia do século XIX, reunindo guerreiros de várias etnias africanas, de diferentes lugares de Salvador e do Recôncavo.
A liberdade alcançada pelos afro-brasileiros hoje, deve-se a essas gerações de quilombolas que desde o século XVI implantaram formas de enfraquecer o sistema escravista, exigindo o direito à liberdade inclusive dos seus descendentes.

Depois da Independência de Portugal, em 1975, Moçambique enfrentou quase duas décadas de conflitos. O período foi marcado pela oposição entre os antigos guerrilheiros anticolonialistas da Frelimo (que tomaram o poder e tentaram implantar o socialismo no país) e o grupo de orientação conservadora Renamo (alinhado a Rodésia e África do Sul). A história de A varanda do frangipani se passa vinte anos após a Independência, depois dos acordos de paz de 1992.
O romance é narrado pelo carpinteiro Ermelindo Mucanga, que morreu às vésperas da Independência, quando trabalhava nas obras de restauro da Fortaleza de S. Nicolau, onde funciona um asilo para velhos. Ele é um "xipoco", um fantasma que vive numa cova sob a árvore de frangipani na varanda da fortaleza colonial.
As autoridades do país querem transformar Mucanga em herói nacional, mas ele pretende, ao contrário, morrer definitivamente. Para tanto, precisa "remorrer". Então, seguindo conselho de seu pangolim (uma espécie de tamanduá africano), encarna no inspetor de polícia Izidine Naíta, que está a caminho da Fortaleza para investigar a morte do diretor.
Mais de vinte anos depois da independência de Moçambique, quando a guerra civil já arrefeceu, a Fortaleza é um lugar em que convergem heranças, memórias e contradições de um país novo e ao mesmo tempo profundamente ligado às tradições e aos mitos ancestrais. Da sua varanda se pode enxergar o horizonte. O romance de Mia Couto esboça, assim, uma saída utópica para um país em reconstrução.

Esta obra procura colocar ao alcance do público escolar, em linguagem mais acessível, informações mais pertinentes ao seu universo e à sua área de interesses, dando ênfase maior à luta contra o racismo no Brasil, por intermédio de suas organizações de militância e das iniciativas daí decorrentes. Referência imprescindível para estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor a história do nosso país e resgatar a cultura africana que permeia nossas raízes.

O livro narra a história de Bucala: a pequena princesa do Quilombo do Cabula. Retrata as suas vivências: a afetividade com a mãe, Lacabu, e com o seu pai, Calabu. Fala do contato com o mais velho (o ancião bem-preto-de-barbicha-bem-branca) sábio que lhe contava histórias, casos dos ancestrais africanos. O livro ainda demonstra a forma mítica e poética que Bucala se relaciona com a natureza do quilombo. Traz à tona e reconstrói ficcionalmente a infância feliz de uma menina no Quilombo do Cabula, que fora, no século 19, um lócus de resistência à escravidão e um dos importantes aquilombamentos da Cidade do Salvador-BA.

Gamba e Dandilnha crescem para ser livres; têm a coragem dos que precisam lutar para assegurar a sua liberdade. E, nessa luta constante, para defender as terras do Rei Zambi, terra dos negros e de todos os oprimidos, descobrem no amor uma das faces da liberdade.

Neste livro, Geni conhece uma outra versão da História, enfrenta e supera o preconceito racial que ela mesmo tinha, e ainda torna-se professora para assim lutar por uma vida mais justa.

O livro destaca a contribuição dos povos africanos na formação da língua brasileira privilegiando as palavras Yorubanas e Kibumdu, que foram “abrasileiradas” no vocabulário português do Brasil. Os versos resgatam a reflexão sobre “ser humano” e ser “diferente” e é sob esta perspectiva que o livro da uma singela contribuição a implementação da lei 10.639/02 no âmbito educacional.

Esta obra aborda, em linguagem de prosa poética, o universo da cultura e herança dos povos africanos no Brasil. Passeia pelo processo histórico da escravidão, com foco na resistência e no período pós-abolição - as condições de abandono a que foram submetidos os negros, as estratégias de sobrevivência, o preconceito, a segregação social. Em paralelo a esses relatos, vai sendo realçado o DNA da cultura negra no processo de miscigenação com a europeia e indígena - carnaval, samba, congadas, maracatus, capoeira, culinária, religião, sincretismo.

Este livro relata uma história de sofrimento e crueldade praticados contra a raça negra de fazer inveja a Himmler, Goebels, Mengele e seus carcereiros de Treblinka, transformando o 3º Reich em reunião de escoteiros inocentes diante do que aconteceu no litoral africano e nas senzalas brasileiras.
Foi um verdadeiro Tributo ao Sadismo!
É a Dor da Cor!
Para se entender a história dos Quilombos brasileiros, é preciso conhecer os motivos que levaram Portugal ao famigerado tráfico que trouxe 10 milhões de negros para o Brasil. É preciso conhecer as regras, os envolvimentos, a torpeza e o jogo de interesses que o fomentaram. A "História Oficial" minimiza tais fatos, escondendo a saga da grande Tróia Negra chamada Palmares.
Então por quê, foram necessários 11 mil soldados, um cerco de 5 anos com artilharia pesada, canhões e morteiros para destrui-la? Por quê não contaram que centenas de colonos brancos e índios lutaram por Palmares juntos com Zumbi? Por quê a história oficial mentiu dizendo que Zumbi foi morto e decapitado?
Por quê não relatou a existência de corsários brasileiros e estrangeiros aliados que lutavam contra os portugueses? Por quê ninguém fala da Carta sobre Palmares que Maurício de Nassau escreveu para Holanda em 1637? E por quê não se fala a verdade sobre as religiões afro-brasileiras?
Estes são alguns assuntos abordados claramente neste livro "Zumbi dos Palmares, A História do Brasil que não foi Contada" de autoria do historiador e africanólogo Eduardo Fonseca Júnior. É o resultado de pesquisas em 15 mil documentos desconhecidos da História, em ampla abordagem desde o Brasil colônia até o Império. Tudo isto em 463 páginas envolvendo Romance Histórico que certamente comoverá o leitor. Pois é no âmago desta Epopéia, que surge a convicção de que:
Revendo os erros e as mentiras históricas, seremos capazes de construir um futuro melhor e digno, do qual todos se orgulham e sabem de cor... sem dúvidas!

História de uma africana idosa, cega e à beira da morte, que viaja da África para o Brasil em busca do filho perdido há décadas. Ao longo da travessia, ela vai contando sua vida, marcada por mortes, estupros, violência e escravidão. Inserido em um contexto histórico importante na formação do povo brasileiro e narrado de uma maneira na qual os fatos históricos estão imersos no cotidiano e na vida dos personagens.

Em 'Olhos d’água' Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem.

Os contos de Só as mulheres sangram, de Lia Vieira, procuram revelar diversos aspectos do cotidiano dos negros, em especial o cotidiano das mulheres. Ambientados em diversos espaços, os contos traçam um panorama abrangente dessas experiências negras excluídas do cânone literário brasileiro, apresentando paradigmas ainda não assimilados pela crítica literária tradional. A presente análise aborda os dilemas de um cotidiano negro urbano e rural, a preservação de um passado negro a partir da oralidade e escora-se na importância de uma literatura negro-brasileira, de uma escrita feminina negra, assim como na questão da afetividade entre os negros

Protagonista e narradora de 'Hibisco roxo', a adolescente Kambili mostra como a religiosidade extremamente 'branca' e católica de seu pai, Eugene, famoso industrial nigeriano, inferniza e destrói lentamente a vida de toda a família. O pavor de Eugene às tradições primitivas do povo nigeriano é tamanho que ele chega a rejeitar o pai, contador de histórias, e a irmã, professora universitária esclarecida, temendo o inferno. Mas, apesar de sua clara violência e opressão, Eugene é benfeitor dos pobres e, estranhamente, apoia o jornal mais progressista do país. Durante uma temporada na casa de sua tia, Kambili acaba se apaixonando por um padre que é obrigado a deixar a Nigéria, por falta de segurança e de perspectiva de futuro.

Livro de poesias de Jenyffer Nascimento, lançado em outubro de 2014 pelo Coletivo Mjiba para fortalecer a literatura Negra-Feminina, organizado por Carmen Faustino e Elizandra Souza, projeto gráfico de Nina Vieira e ilustração de Lucimara Penaforte.

Tenho 30 anos, mas sou negra há 10. Antes, era morena.” É com essa afirmação que Bianca Santana inicia uma série de relatos sobre experiências pessoais ou ouvidas no círculo de mulheres negras que organiza. Com uma escrita ágil e visceral, denuncia com lucidez – e sem as armadilhas do discurso do ódio – nosso racismo velado de cada dia, bem brasileiro, de alisamentos no cabelo, opressão policial e profissões subjugadas.

A escritora paulista Miriam Alves lança Bará na trilha do vento (Ed. Ogum’s Toques Negros, 2015), seu primeiro romance. A obra retrata a ancestralidade africana.

Sara tem uma família feliz, que a ama. Tem quatro primos, tio e tias, avô, avó, madrinha, mãe e dois irmãos. Além desses, que fazem parte dessa história, muitos outros parentes e amigos amam Sara e são igualmente amados por ela. Este é um livro que trabalha o papel da escola na desconstrução da família. As crianças podem se expressar sobre suas relações familiares e é direcionado para crianças da educação infantil e primeiras séries do ensino fundamental.

Luanda era uma menina alegre e brincalhona até entrar para a escola. Aí, justamente quando ela pensava que teria mais amigos, foi deixada de lado.
Só a nova professora, a Lúcia, que se vestia como as mulheres africanas, fez Luanda voltar a sorrir.
Fez também a classe conhecer de fato a Àfrica: suas cidade, línguas, contos, riquezas e pobrezas.

A temática do livro é voltada para o preconceito racial entre as crianças através de uma releitura do clássico Branca de Neve e os 7 anões. A narrativa é totalmente adaptada à proposta do combate ao preconceito e insere a heroína, a princesa Pérola Negra, em aventuras inusitadas.

Maria, Guilherme, mais conhecido como 'Orelha', e Aqualtune só queriam curtir as férias juntos. Eram amigos desde sempre. Mas não imaginavam que uma simples viagem para uma fazenda longe da cidade grande se transformaria na maior aventura da vida deles. A revelação de uma antiga lenda africana, a presença de Cambinda, uma avó bem diferente das 'vovós', e a figura de Zumbi, o guerreiro dos Palmares, mudariam o destino de Aqualtune e seus amigos. Para se salvar, eles precisam correr contra o tempo. Com a ajuda de Kafil, um garoto esperto que conhece bem a floresta e seus segredos, Aqualtune vai enfrentar as forças da natureza, unir o passado e o presente e descobrir a verdade por trás da antiga lenda. Mas o tempo não espera por ninguém, e não vai esperar por eles.

Como você respira? Por que você faz xixi? O que acontece com o que você come? O que bombeia o sangue pelo seu corpo? Por meio de textos curtos e divertidos, de jogos e brincadeiras individuais ou em grupo, as crianças vão conhecendo o próprio corpo e as funções que ele desempenha. É um livro ideal para ser explorado em casa ou na escola, na companhia dos adultos e dos amigos.

O sol castigou a vila em que Lila morava durante muitos
meses. Ninguém conseguia juntar lenha, capinar o jardim
ou mesmo tirar o leite da vaca. Sem chuva, o poço começou
a secar, e todas as plantações se perderam.
Lila estava tão preocupada que, quando seu avô contou
para ela, bem baixinho, sobre o segredo da chuva, ela saiu
correndo para falar diretamente com o céu.

Duas crianças se conhecem quando passeiam com as mães. Se olham e brincam, se distanciando do local onde estavam. Quando as mães percebem o desaparecimento dos filhos, ficam enraivecidas e saem correndo em busca dos dois. Mas, uma surpresa as aguarda.

Uma história de coragem e perseverança em busca do amor de Naninquiá, a moça bonita, que havia sido prometida pelo pai àquele que vencesse os desafios lançados por ele.

Após a morte do pai, o jovem Daúda constrói uma cabana no campo, bem distante da aldeia, para a bela Aissata, sua irmã mais nova, pois teme que ela seja raptada pelo rei do lugar. Só que os encantos da moça acabam chegando aos ouvidos do soberano, que envia um verdadeiro exército para raptá-la. Daúda acaba com todos, um por um. Mas uma velha feiticeira conhece um encantamento capaz de enganar o corajoso irmão. A história dos dois irmãos, narrada no conto 'O homem frondoso', que dá título a este volume, e todas as demais contidas no livro foram recolhidas da tradição oral de diversos países da África. Nos contos deste livro, que procuram manter o ritmo próprio das narrativas orais, entram em cena seres fantásticos, animais, camponeses, príncipes e princesas, e pessoas comuns vivendo o dia a dia das aldeias africanas.

O livro conta a história da princesa Cíntia, que quando nasceu foi prometida em casamento para Febo, o príncipe do reino vizinho, para que se mantivessem os laços de amizade entre os reinos. Quando chegou a época da cerimônia, a princesa foi encomendar seu vestido e, então, conheceu a costureira Isthar, por quem se apaixonou. Quando Cíntia anunciou para os pais suas intenções com Ishtar e disse que não mais se casaria com Febo, seu pai mandou que a prendessem na torre do castelo, pois desafiou o interesse e a tradição dos reinos, que dizia que moças deveriam se casar com rapazes. Para garantir um final feliz, a princesa e a costureira receberão ajuda da irmã da princesa, do próprio príncipe, da Fada Madrinha e de uma Agulha Mágica. O livro pretende auxiliar famílias e escolas, tanto na discussão sobre a diversidade humana como sobre a luta mais ampla pelos direitos das pessoas LGBT.

Kizzy é o nome de uma menina-menininha de origem africana como seu nome. Perguntadeira, ela deixa os adultos desorientados. Por causa disso foi apelidada por sua avó de entremeio sem babado, pessoa que se mete num assunto em que não é chamada. Mas como era de se esperar, Kizzy não aceitaria o apelido sem saber o que significava.

A história do amor entre Gotinha e Ventania é contada de maneira suave e encantadora por Mel Adún, iniciando a série Contos de Mel.

A personagem Mirandinha, uma menina negra do cabelo encaracolado, que é inclusive uma homenagem de Gió para sua esposa Noélia Miranda, enfrenta vários obstáculos para alcançar a estrela que tanto deseja. Para acompanhar a leitura, Gió produziu um CD que vem junto do livro, com seis músicas em ritmos variados como xote, choro, frevo, congo, rock n’ roll, entre outros.

Aminata é uma garota africana que vive no Senegal. Todos os dias, antes de ir á escola, ela vai buscar água no poço

Em meio aos questionamentos da pequena Flávia sobre a sua pele marrom – tão diferente da pele branquinha da mãe –, a premiada jornalista Míriam Leitão aborda temas delicados como adoção e questões raciais de forma sensível e lúdica para os pequenos. Com belas ilustrações de Bruna Assis Brasil, a autora, ganhadora do Prêmio FNLIJ 2014 na categoria Escritor Revelação por seu livro infantil de estreia, A perigosa vida dos passarinhos pequenos, mostra que o mundo é feito de diferentes cores, pessoas e sabores. E que é justamente isso que o torna tão rico

Akissi é uma garotinha curiosa e intrépida que vive na Costa do Marfim. Cheia de vida e muito esperta, para a pequena heroína até entregar uma simples encomenda envolve confusão. Esta obra procura mostrar uma perspectiva da África que foge dos assuntos da pobreza, das guerras e das doenças. Visa a retratar uma infância cheia de brincadeiras, liberdade e alegria. O livro é composto de 7 histórias e de um apêndice que inclui glossário, curiosidades e uma receita culinária peculiar.

Este livro nos fará conhecer o que pensam os iorubás sobre o Criador, o livre arbítrio, a reencarnação, a loucura, e os inimigos dos seres humanos. A filosofia iorubá: seus princípios éticos e morais, seus hábitos e valores. Conhecer um dos principais rituais do Candomblé: o Borí. Elementos de pesquisas para trabalhar a Lei 10.639/03.

A leitura ajuda as crianças a melhorarem a escrita, aprenderem novos vocabulários e principalmente, ajuda a desenvolver ainda mais a imaginação. Com o Livro Doutora Brinquedos: Meu Primeiro Livro Quebra-Cabeças, da Editora Melhoramentos, as crianças se divertem com incríveis aventuras de seus personagens favoritos da Disney enquanto montam os cinco quebra-cabeças coloridos.

José de Seixas Magalhães era um comerciante pouco comum no Rio de Janeiro do século XIX. Dedicava-se à fabricação e comércio de malas e sacos de viagem na Rua Gonçalves Dias, no Centro, onde já utilizava os mais modernos recursos tecnológicos.

Esta é a saga da família do negro Ajahi, lendário príncipe africano da raça ioruba, trazido como escravo para a Bahia e cujo pai, o rei Namonim, morreu numa luta entre tribos de diferentes etnias na África. Uma apaixonante viagem pela história do Brasil, de 1825 até os nossos dias.

A obra fala sobre a negação do racismo contra o negro na França e teve sua primeira edição, em português, em 1963. Aborda o pensamento da Diáspora Africana, o pensamento da descolonização, do pensamento psicológico, da teoria das ciências, da filosofia e da literatura caribenha. O autor trata também da ideologia que ignora a cor, e como ela pode apoiar o racismo que nega - pensamento que causou grande turbulência nas décadas de 1960 e 1970. O livro busca aguçar o senso crítico sobre o racismo e seus impactos.

Seu nome era Kunta Kinte. Sequestrado na África e escravizado na América em 1767, ele se recusou a aceitar o seu nome de escravo "Toby". Kunta Kinte manteve sua rebeldia heroica viva, transmitindo sua história ao longo de gerações, até a chegada de um menino crescido no Tennessee. Seu nome, Alex Haley. Através da linhagem de família, Haley e as suas raízes ganham o Prêmio Pulitzer contando sua história para toda a América e o mundo.

O que fazer com o negro quando a escravidão terminar? Ou então, como impedir um final brusco da escravidão, deixando à solta e sem nenhuma regra uma imensa população de negros e mestiços pobres em país regido por uma minoria de ricos proprietários brancos? Em 'Onda negra, medo branco', o leitor pode encontrar um debate em torno destas questões travado por abolicionistas e imigrantistas ao longo do século dezenove. Esta edição foi acrescida de um posfácio em que a autora relata a aparição de Onda Negra numa pacata tarde de pesquisa vinte anos depois do seu primeiro encontro com ela.
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